Acredito que chegaremos ao tempo em que a Educação será tratada com mais seriedade e respeito ao nível das necessidades da população brasileira.
Vivemos hoje, um paradoxo terrível se por um lado, no passado recente, a população estava distante da escola, pois, não tinham a possibilidade de se instruírem para viver melhor: luta pela sobrevivencia, preconceitos, negação de direitos, ausencia de política educacional que desde a época do Brasil colonia,"o déspota esclarecido", o Marques de Pombal, que foi secretário do reino portugues de 17870 a 1777 não impediu a disseminação da educação para o povo, nas suas colonias, (eta ranço que persiste), hoje, em algumas regiões brasileiras, existem escolas que obrigam os estudantes se deslocarem por horas para estudar,por outro lado,hoje temos dezenas de escolas próximas das comunidades mais carentes, no entanto estão vazias de atenção governamental, recursos humanos,financeiro, e pasmem,algumas escolas estão fechadas ou fechando na Bahia, por falta de alunos, mesmo sendo a pasta da educação, detentora do maior orçamento, governantes eleitos, bem como os titulares que a assumem embora alguns, profisionais formados na área, utilizam-na para atender a interesses de menor valor político, pois, tais atitudes no sentido rasteiro, prejudicam a formação dos estudantes, seres que no futuro estarão guinados, as incertezas de não terem uma vida social, econômica e profissional de melhor qualidade.
O município do Salvador, não foge a regra, daí que o professorado municipal está paralizado em suas atividades, que exigem melhores mais atenção, segurança e continuidade de obras de melhorias, não é por salários, é por estarem comprometidos com a educação, muitasvezes acabam pagando para trabalhar, desde quando, em várias oportunidades, chegam a investir os próprios e parcos recursos na aquisição de materiais ou custeio de pequenos serviços para manter a estrutura escolar e pública em funcionamento, até que venham as esperadas verbas.
Na rede estadual da Bahia, profissionais exigindo atenção de titulares da pasta, que se colocam distantes e até mesmo o governador eleito, que na primeira eleição, se comprometeu com o professorado para melhorar os índices de aproveitamento da Educação, precisa enxergar-los como aliados e colaboradores do seu governo, pois, são estas pessoas que fazem a máquina educacional funcionar ao invés de achar que o professorado lhe faz oposição e exigencias descabidas que o governo não tem condições de aceitar.
Arf, chega de politicagem,Educação coisa séria!"
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