Francamente, com várias entidades carentes na Bahia, o governador do Estado, doa os R$ 500 mil na íntegra ao Instituto Ayrton Sena. Com todo respeito à instituição que é séria, em relação a outras entidades da Bahia, tem mais condições de capatar recursos com maior facilidades; por outro lado, o governador se preocupa em fazer política para a eleição municipal de 2012, ao invés de gerir melhor, a administração pública do Estado para atender as carencias sociais que se avolumam nas regiões mais pobres; aumenta a disseminação dos pedágios nas estradas estaduais e indiretamente as federais da Bahia também cresce.
Quem viajou no último feriado da Semana Santa, enfrentou na BR-324, um congestionamento de 70 km, como noticiou fartamente a imprensa, na educação ocorre a greve de alunos e professores das universidades estaduais por melhores condições de ensino, trabalho e salários, protestam através de greve os profissionais da saúde incluindo médicos, devido a precariedade do sistema de saúde e por melhores condições de salários, sofre-se na fila do sistema ferry-boat devido à falência administrativa do serviço que provavelmente a empresa particular que o administra, não foi fiscalizada como deveria ser, para cumprir o contrato que é público, e, pagamos caro pela travessia; carencia de melhoria da qualidade do ensino médio para diminuir a evasão de estudantes; mais cuidado com a segurança pública, os corredores dos hospitais públicos, estão cheios de gente, e, novamente pagamos pedágios e pedágios, na ida e na volta sem vias alternativas; aumento do fornecimentode água acima da inflação.
Mas, carne farta para o pessoal do MST que invadiu a cidade em seus espaços públicos; gasolina mais cara, num estado que tem poços de petróleo e uma refinaria com um terminal marítimo que exporta os seus derivados.
Quem viajou no último feriado da Semana Santa, enfrentou na BR-324, um congestionamento de 70 km, como noticiou fartamente a imprensa, na educação ocorre a greve de alunos e professores das universidades estaduais por melhores condições de ensino, trabalho e salários, protestam através de greve os profissionais da saúde incluindo médicos, devido a precariedade do sistema de saúde e por melhores condições de salários, sofre-se na fila do sistema ferry-boat devido à falência administrativa do serviço que provavelmente a empresa particular que o administra, não foi fiscalizada como deveria ser, para cumprir o contrato que é público, e, pagamos caro pela travessia; carencia de melhoria da qualidade do ensino médio para diminuir a evasão de estudantes; mais cuidado com a segurança pública, os corredores dos hospitais públicos, estão cheios de gente, e, novamente pagamos pedágios e pedágios, na ida e na volta sem vias alternativas; aumento do fornecimentode água acima da inflação.
Mas, carne farta para o pessoal do MST que invadiu a cidade em seus espaços públicos; gasolina mais cara, num estado que tem poços de petróleo e uma refinaria com um terminal marítimo que exporta os seus derivados.
Enquanto isso, vereadores e deputados, com tanto assunto pertinentes ao povo que os elegeram, vivem em sessões especiais, conferindo títulos de cidadanias, e o que é pior, a pessoas que muitas vezes, só vieram à Bahia ou cidades baianas para tratar de assuntos de interesses pessoais, e nós, baianas e baianos dando duro e a gasolina da Bahia subindo.
Poderão dizer que o assunto é da esfera federal, mas, o vereador e o deputado, bem como o governador, devem lutar por melhores condições econômica e de preço justo dos produtos básicos para o seu povo que vive nascidades baianas.
A Bahia, segundo o IBGE tem 2.4 milhões de miseráveis que vivem com renda familiar de R$70,00 ao mês. Infelizmente a pobreza em nosso estado tem gênero, tem cor e tem endereço.
Por essas e outras, vejo que a nossa Bahia não vai bem, a nossa cidade do Salvador vai mal. A solução é participar mais dos movimentos sociais, escolher bem nossos governantes e não a omissão ante as injustiças.
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